ADMINISTRAR SEU TEMPO?


isso é possível ? 

Todos nós possuímos a mesma quantidade de tempo diária: 24 horas. Alguns usam estas horas de forma proveitosa e útil, enquanto outros têm dificuldades em coordenar este recurso tão limitado e precioso.
Se tempo é dinheiro, é importante sabermos aproveitá-lo bem, já que não é possível guardá-lo, vendê-lo, alugá-lo ou fazer qualquer outra coisa, senão somente usá-lo. Adiante, vou tentar sintetizar algumas dicas sobre economia de tempo.








Fique atento aos desperdiçadores de tempo*:

Ausência de foco - Reuniões onde tudo é discutido menos o que realmente interessa; pedidos confusos e projetos mais do que genéricos onde tudo - ao mesmo tempo nada - é exigido, atrapalham a produtividade de qualquer profissional.

Falta de Concentração - bate-papo no corredor, televisão, revistas, tudo é motivo para o profissional se desconcentrar e deixar de lado a tarefa que estava realizando.

Ausência de planejamento - alguns profissionais não têm o costume de listar suas tarefas e realizam as atividades conforme elas vão surgindo. Com isso, deixam de dar prioridade àquelas que são mais importantes.

Acomodação - desmotivado, exercendo há muito tempo a mesma função, anos na mesma empresa: seja qual for a razão muitas vezes o profissional se acomoda e deixa de procurar fatos e processos novos em sua área de atuação.
Procrastinação - deixar para amanhã tarefas que poderiam ser feitas hoje. A conseqüência é o acúmulo de trabalho e projetos mal feitos.

Ser refém do celular - há profissionais que não conseguem viver sem o 'dito' e, de ferramenta para maximizar o tempo, o telefone torna-se um suplício. Tocando incessantemente no meio de reuniões e projetos o celular é um inimigo da concentração e da produtividade.

Usar o e-mail de forma errada - checar a caixa de entrada toda hora, perder tempo com mensagens que nada tem a ver com o trabalho e ficar repassando piadas e correntes são atitudes que fazem com que o profissional perca tempo e não consiga dar conta de todas as suas tarefas.







 Relatório MR&G. Extraído do boletim informativo "Humor Esável nº 17", da psicóloga Izabel Failde  .




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